quarta-feira, 28 de maio de 2014

Pesquisa sobre doenças bacterianas

Atividades de PESQUISA sobre Bactérias Patogênicas



Nome da doença
Nome científico da bactéria patogênica
Forma de transmissão

Onde ataca

Tuberculose



Mycobacterium tuberculosis
Gotículas de saliva
Pulmões
Tétano



Clostridium tetani
Contato da pele com solo e materiais infectados.
Sistema muscular e nervoso
Cólera



Vibrio cholerae
Ingestão de água ou alimentos contaminados
Intestino
Lepra ou Hanseníase


Mycobacterium leprae
Gotículas de saliva
Causa lesões na pele e nas mucosas
Coqueluche



Bordetela pertussis
Gotículas de saliva
 Pulmões.  Causa tosse seca em crianças.
Meningite



Streptococcus pneumoniae
Gotículas de saliva
 Tecido que envolve o cérebro e a medula
Leptospirose



Leptospira interrogans
Urina de ratos
Sistema muscular e nervoso
Sífilis



Treponema pallidum
Contágio sexual ou de mãe para feto, através da placenta
Lesões no sistema nervoso central, cegueira e paralisia geral e morte.
Gonorreia



Neisseria gonorrheae
Contágio sexual
Uretra causando ardor ao urinar e esterilidade masculina.

O Reino das Moneras: as bactérias e as arqueas

Para baixar a aula em power-point clique aqui

Atividades

Reino das Moneras: as bactérias e as arqueas

(páginas 76 a 87)


01. Explique detalhadamente como são as moneras.
São todos os seres vivos unicelulares e procariontes (sem núcleo organizado) e que apresentam material genético solto no citosol.
02. Desenhe uma célula bacteriana e indique o nome das suas estruturas.
Desenho na Página 77
03. Sobre as bactérias, responda:
a) qual o seu tamanho médio? Menores que 8 µm.
b) qual o significado da palavra bactéria? Vem do grego e significa bastão.
c) onde são encontradas? Em todos os ecossistemas

04. As bactérias apresentam diferentes formas. Escreva o nome de cada forma bacteriana apresentadas nas figuras abaixo.







05. Como é a nutrição de uma bactéria
a) autótrofa?Através da fotossíntese como, por exemplo, as cianobactérias.
b) heterótrofa? A maioria pela decomposição do material orgânico disponível no ambiente. Outras se alimentam pela associação com outro ser vivo.

06. Explique o que são bactérias do gênero Rhizobium.
São bactérias decompositoras que contribuem para a riqueza do solo.
07. Qual o habitat das bactérias Rhizobium e o que elas fazem neste habitat?
Vivem associadas às raízes de plantas leguminosas. Na raiz capturam e fixam o gás nitrogênio atmosférico (N2)metabolizando-o e transformando-o em sais nitrogenados.
08. Algumas bactérias e fungos são decompositores e fazem um papel fundamental na reciclagem ambiental. Sobre as bactérias decompositoras, responda:
a) O que elas decompõem? Organismo mortos, partes que se destacam de seres vivos ou resíduos de seres vivos eliminados no ambiente, como galhos, folhas e frutos caídos, fezes e pele.
b) O que elas transformam? Matéria orgânica morta em matéria inorgânica simples, tais como: sais minerais e gases.
c) Por que são fundamentais para a manutenção do equilíbrio biológico da Terra? Porque transformam a matéria orgânica em inorgânica que pode ser reaproveitada.
09. Qual o nome da relação ecológica estabelecida entre as bactérias do gênero Rhizobium e as plantas leguminosas? mutualismo
10. Cite exemplos do uso de bactérias:
a) na indústria de alimentos: produção de vinagre, queijo e iorgute
b) na indústria farmacêutica: obtenção de antibióticos
c) na agricultura: no controle biológico de pragas

11. Cite 10 doenças bacterianas.
Cólera, meningite, tuberculose, leptospirose, tétano, sífilis, gonorreia, coqueluche, hanseníase, pneumonia, cárie, bronquite, apendicite ( - ite).

12. Sobre as arqueas, responda:
a) O que são? Microrganismos unicelulares procarionte
b) Onde são encontradas? Ambientes inóspitos e em ambientes comuns.

13. Observe os desenhos abaixo que mostram a reprodução das bactérias e complete as afirmações sobre cada tipo de reprodução. (Observe as palavras do quadro).

a) Reprodução assexuada por cissiparidade também chamada divisão simples ou bipartição.
b) As bactérias filhas são geneticamente iguais à mãe.
c) Processo contribui negativamente na adaptação ao meio ambiente.
d) Reprodução sexuada por conjugação.
e) As bactérias filhas são geneticamente diferentes à mãe.
f) Processo contribui positivamente na adaptação ao meio ambiente. 

Biodiversidade microbiana
Página 80 e 81

01. Como a preocupação com a biodiversidade é apresentada à população em geral?
Pela necessidade da preservação apenas dos animais e plantas.
02. Por que muitas vezes os seres vivos microscópicos não são preservados?
Devido ao fato de serem invisíveis a olho nu, o que faz com que sejam esquecidos.
03. Por que é de fundamental importância preservar os seres vivos microscópicos?
Porque promovem a manutenção da vida na Terra e por fornecerem muitos elementos úteis aos seres humanos como medicamentos e alimentos.
As bactérias e a Engenharia genética
Leia atentamente o texto da página 85 e responda:
01. Explique o que significa a palavra Biotecnologia e a área de estudo desta ciência?
Do grego bio: vida; techno: técnica; logos: estudo. Essa ciência estuda as técnicas e os processos biológicos associados à obtenção de produtos de uso e interesse humano.
02. Qual é um dos ramos mais promissores da Biotecnologia? O que ele investiga?
Engenharia genética. Investiga o conjunto das técnicas envolvidas com a manipulação do DNA.
03. A engenharia genética desenvolveu técnicas capazes de transferir genes de um ser vivo para outro. Dê um exemplo desta técnica.
Gene do hormônio insulina é transportado para o interior de certas bactérias que passam a produzir o mesmo hormônio
04. A partir do uso de bactérias geneticamente modificadas o que o ser humano consegue desenvolver?
Consegue desenvolver principalmente hormônios e outros produtos para seu próprio benefício.
05. Quais foram as vantagens da engenharia genética para pessoas que sofrem de Diabetes melito?

Passou a ser desenvolvido o hormônio igual ao humano em bactérias acabando com o problema de pessoas alérgicas ao hormônio extraído de animais.  

terça-feira, 27 de maio de 2014

Distribuição eletrônica de elétrons

Aprenda a fazer a distribuição eletrônica dos elétrons na eletrosfera do átomo. 



Distribuição em níveis de energia

Nos elementos químicos conhecidos, os átomos po­dem distribuir-se em 7 níveis de energia (contendo elétrons) que são re­presentados, em sequência, a partir do núcleo, pelas letras K, L, M, N, O, P, Q ou pelos números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7. Estes números são chamados de números quânticos principais, eles representm a aproximada dis­tância do elétron ao núcleo, como também a energia do elé­tron. Se um elétron tem número quântico principal igual a 3, ele pertence à camada M e tem a energia desse nível.



Camada de valência
O nível de energia mais externo do átomo é denomi­nado camada de valência. Assim, no átomo do exemplo anterior é a camada M. Ela pode conter, no máximo, 8 elétrons.


Regras



1 - Vai distribuindo os elétrons de acordo com a quantidade que cada camada aguenta (K=2; L=8; M=18; N=32; O=32; P=18; Q=8)



2 - Na última camada, chamada camada de valência, não pode ficar mais do que 8 elétrons.



3 - Se na última camada ficar mais do que 8 elétrons para serem distribuídos fazer o seguinte:



       3.1 se o numero for entre 8 e 18: coloca oito na penúltima camada e o restante continua                         distribuindo.

          

       3.2 se o número for entre 18 e 32: coloca dezoito na penúltima camada e o restante continua                  distribuindo.


Exemplo:

Represente, esquematicamente, o átomo de número atômico 17 (Cloro - Cl)
Distribuição eletrônica do átomo Z=17


Nº atômico
K
(2)
L
(8)
M
(18)
N
(32)
O
(32)
P
(18)
Q
(8)
Na (Sódio)
11
2
8
1




C (Carbono)
6
2
4





As (Arsênio)
33
2
8
18
5



Cl (Cloro)
17
2
8
7




Ouro(Au)
79
2
8
18
32
18
1

Iodo (I)
53
2
8
18
18
7


Rádio (Ra)
88
2
8
18
32
18
8
2
Chumbo (Pb)
82
2
8
18
32
18
4


Explicação das respostas da tabela acima

Em Na, C, As e Cl  a distribuição é simples, basta ir distribuindo observando quanto camada suporta. Sempre no final o número de elétrons que sobrou foi menor que oito na última camada.

Em Au (ouro) - Quando chega na camada "O", sobra 19 elétrons, a camada até aguenta,  pois a camada "O" suporta 32 elétrons. Porém, não podemos deixar mais do que 8 elétrons na ultima camada. Então, como 19 está entre 18 e 32 (regra 3.2 acima) devemos deixar 18 elétrons na camada "O" e o restante (1) na última camada.

Em I (iodo) sobra 25 na camada N. Então, como 25 está entre 18 e 32 (regra 3.2 acima) devemos deixar 18 elétrons na camada N e o restante (7) na última camada.

Em Ra (rádio) sobra 28 na camada "O". Então, como 28 está entre 18 e 32 (regra 3.2 acima) devemos deixar 18 elétrons na camada "O" e o restante (10) continua sendo distribuído. Como o que restou (10) está entre 8 e 18 (regra 3.1 acima) devemos deixar 8 elétrons na camada "P" e o restante (2) na última camada.

Em Pb (chumbo) sobra 22 na camada "O". Então, como 22 está entre 18 e 32 (regra 3.2 acima) devemos deixar 18 elétrons na camada "O" e o restante (4) na camada P.

domingo, 25 de maio de 2014

Carta de Amor de um Químico


Berílio Horizonte, zinco de benzeno de 2000.

Querida Valência, 
Não estou sendo precipitado e nem desejo catalisar nenhuma reação irreversível entre nós dois, mas sinto que estrôncio perdidamente apaixonado por você. Sabismuto bem que a amo. De antimônio posso lhe assegurar que não sou nenhum érbio e que trabário muito para levar uma vida estável.

Lembro-me de que tudo começou nurârio passado, com um arsênio de mão, quando atravessávamos uma ponte de hidrogênio. Você estava em um carro prata, com rodas de magnésio. Houve uma atração forte entre nós dois, acertamos os nossos coeficientes, comp
artilhamos nossos elétrons, e a ligação foi inevitável. Inclusive depois, quando lhe telefonei, mesmo tomada de enxofre, você respondeu carinhosamente:
"Proton, com quem tenho o praseodímio de falar?" Nosso namoro é cério, estava índio muito bem, como se morássemos em um palácio de ouro, e nunca causou nehum escândio. Eu brometo que nunca haverá gálio entre nós e até já disse quimicasaria com você.

Espero que você não esteja saturada, pois devemos buscar uma reação de adição e não de substituição. Soube que a Inês lhe contou que eu a embromo: manganês cuidar do seu cobre e acredite níquel que digo, pois saiba qe eu nunca agi de modo estanho. Caso algum dia apronte alguma, eu sugiro que procure um avogrado e que me metais na cadeia.

Sinceramente, não sei por que você está a procura de um processo de separação, como se fóssemos misturas e não substâncias puras! Mesmo sendo um pouco volátil, nosso relacionamento não pode dar errádio. Se isso acontecesse, irídio emboro urânio de raiva.
Espero que você não tenha tido mais contato com o Hélio (que é um nobre!),
nem com o Túlio e nem com os estrangeiros (Germânio, Polônio e Frâncio). Esses casos devem sofrer uma neutralização ou, pelo menos, uma grande diluição. Antes de deitar-me, ainda com o abajur acesio, descalcio meus sapatos e mercúrio no silício da noite, pensando no nosso amor que está acarbono e sinto-me sódio. Gostaria de deslocar este equilíbrio e fazer com que tudo voltasse à normalidade inicial. Sem você minha vida teria uma densidade desprezível, seria praticamente um vácuo perfeito. Você é a luz que me alumíno e estou triste porque atualmente nosso relacionamento possui pH maior que 7, isto é, está naquela base.
Aproveito para lembrar-lhe de devolver o meu disco da KCl.
Saiba, Valência, que não sais do meu pensamento, em todas as suas camadas.

Abrácidos do:
Leantânio 

Outra versão da carta de amor...

Ouro Preto, zinco de agosto de 1978.

Querida Valência,

Sinto que estrôncio perdidamente apaixonado por ti. Ao deitar-me, quando descálcio meus sapatos, mercúrio no silício da noite, reflito e vejo que sinto sódio. Então, desesperadamente, chouro. 
Sem ti, Valência, minha vida é um inferro. Ao pensar que tudo começou com um arsênio de mão, cloro de vergonha. Sabismuto bem que te amo, embora não o digas, sei que gostas de um tal de Hélio e também do Hidro-Eugênio. De antimônio posso assegurar-te que não sal nenhum érbio e que trabário para viver. Oxigênio cruel tu tens, Valência! Não permetais que eu cometa algo errádio. 
Por que me fazer sofrer tanto assim, sabendo que tu és a luz que me alumina? Meu caso é cério, mas não ácido razão para um escândio social. 
Eu soube que a Inês contou que te embromo com esse namouro. Manganês, deixa de onda e não acredita niquela disser, pois sabes que nunca agi de modo estanho contigo. Aliás, se não tiveres arranjado outro argôniomento, procura um Avogadro e me metaisna cadeia. Lembra-te, porém, que não me sais do pensamento. 

Abrácidos comovidros deste que muito te ama.

Magnésio